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Evolução histórico-artística
 
Evolução Histórico - Artística

Situada na Acrópole e provavelmente no mesmo local onde terá existido a Igreja Episcopal do período visigótico, depois a Mesquita Árabe e posteriormente, após a reconquista cristã em 1165, a Catedral mandada construir pelo Bispo D. Soeiro, em 1186 e dedicada pelo seu sucessor o Bispo D. Paio, em 1204, não deixou vestígios. No seu lugar foi construída a actual Catedral, que se deve ao Bispo D. Durando. Iniciada por ele por volta de 1280 veio a ser sagrada ou dedicada por D. Fernando Martins, em 1308. A sua conclusão, porém, não terá acontecido antes de 1350, incluído já o Claustro, durante o bispado de D. Pedro.

A sua arquitectura revela o gosto da época, ou seja uma mistura de elementos do estilo romano e gótico. No entanto, outros elementos vieram a ser acrescentados posteriormente. No tempo de D. João V e com o seu apoio, em 1716 foi substituída a abside central por uma capela mor mais ampla e rica em mármores, de estilo barroco, mais adequada à solenidade das celebrações e ao brilho que lhe emprestavam o Coro dos Moços da Sé da Escola de Música. Merecem atenção particular pelo seu valor artístico: o órgão ibérico, único do seu género e época em Portugal; o coro alto, do séc. XVI e com uma ornamentação peculiar; a imagem da Senhora do Ó (séc. XIV), de grande devoção local; e a capela do Esporão do séc. XVI, de estilo plateresco.

 

Galeria de Imagens
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