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Rota das Catedrais
 

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Música nas Catedrais 2019

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Destaques Música nas Catedrais 2019 | Faro
 
Música nas Catedrais 2019 | Faro

Música nas Catedrais 2019

Concerto na Catedral de Faro | 12 de Julho (21h30)

 

Soprano: Bárbara Barradas

Direção musical: Rui Pinheiro

Orquestra Clássica do Sul

 

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Die Schöpfung, Hob.XXI:2 (Prelúdio e Ária n.º 4)

Frederick Delius (1862-1934), On Hearing the First Cuckoo in Spring (Ária n.º 8)

Frederick Delius (1862-1934), Summer night on the river (Recitativo e Ária (n.º 14 e 15)

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Sinfonia n.º 95 em Dó menor, Hob I:95

 

A Orquestra Clássica do Sul propõe um programa em que energicamente se saúda e louva a Natureza.

Inicia-se o concerto com dois trechos da monumental oratória A Criação de Joseph Haydn, que em 1797 tentou descrever musicalmente o mito judaico-cristão da Criação do Mundo baseando-se em alguns Livros d’A Bíblia e no poema O Paraíso Perdido de John Milton. Embalados pelo grande poeta do tempo de Cromwell partiremos para Inglaterra, de onde prosseguiremos com Two Pieces for Small Orchestra de Frederik Delius, obras que também cantam assumidamente a Natureza. A primeira – On Hearing the First Cuckoo in Spring – foi composta em 1912 e estreada em Leipzig no ano seguinte. É uma evocação do campo e dos sons que aí se pode ouvir. A segunda peça intitula-se, não menos significativamente, Summer Night on the River.

A terminar, de novo a música de Joseph Haydn, compositor que na década de 1790 efetuou duas viagens a Londres que resultaram em duas séries de seis sinfonias. Estas doze obras ficaram conhecidas como as «Sinfonias Londrinas». São peças essenciais do repertório orquestral de Haydn. Muitas delas têm sugestivos títulos («Surpresa»; «Milagre»; «Militar», «Relógio»; «Toque de Tambor»; «Londres»), mas a Sinfonia n.º 95 não apresenta título algum - é, aliás, a única das doze sinfonias em questão escrita numa tonalidade menor (Dó menor) e a única que não tem uma introdução lenta no primeiro andamento.

Joseph Haydn teve uma longa vida que se estendeu dos finais do Barroco aos inícios do Romantismo e foi um dos mais importantes compositores do período clássico. Talvez a sua mais importante conquista tenha sido a cristalização da «Forma-Sonata»  - esta, na sua ânsia de perfeição formal, faz-nos sonhar numa Humanidade em harmonia com o Cosmos.