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Rota das Catedrais
 

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Música nas Catedrais 2019

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Música nas Catedrais 2019 | Santarém

Música nas Catedrais 2019

Concerto na Catedral de Santarém | 28 de Junho (21h00)

 

Solistas do Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Soprano: Raquel Alão

Meio-Soprano: Ana Ferro

Tenor: João Queiroz

Barítono: Carlos Pedro Santos

Baixo: Nuno Dias

Piano: Kodo Yamagishi

Direção musical: Giovanni Andreoli

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Giuseppe Verdi (1813-1901), Nabucco

Giuseppe Verdi (1813-1901), I Lombardi alla prima crociata

Giuseppe Verdi (1813-1901), Forza del Destino

Pietro Mascagni (1863-1945), Cavalleria Rusticana

Pietro Mascagni (1863-1945), Iris

Alfredo Keil (1850-1907), Dona Branca

Gioachino Rossini (1792-1868), Mosè in Egitto

Giacomo Puccini (1858-1924), Tosca

 

O Coro do Teatro Nacional de São Carlos, um dos pilares artísticos da única instituição que no nosso país se dedica há mais de dois séculos ao género lírico, propõe-nos uma deambulação pela ópera romântica italiana, sublinhando o facto de a religiosidade ter assumido na mesma uma particular importância.

A viagem vai iniciar-se com o compositor que deixou na força expressiva dos coros algumas das páginas mais veementes da sua obra - Giuseppe Verdi, de quem começaremos por ouvir o universalmente amado e sempre atual Va pensiero, canto de dor de gentes oprimidas e afastadas à força da terra natal. Depois de outros coros verdianos, segue-se música de alguns outros maiores compositores italianos de ópera do século XIX: Pietro Mascagni (com dois hinos ao divino - o Innegiamo, de Cavalleria Rusticana e o Hino Ao Sol, da menos conhecida ópera Iris); Gioachino Rossini (génio risonho que foi dos mais cantados em São Carlos, mas que ouviremos na sua vertente trágica); Giacomo Puccini (com o Te deum que encerra o I ato da sua ópera Tosca, que decorre em Sant’Andrea della Valle). Terminaremos, assim, numa das mais belas igrejas de Roma.

A ópera portuguesa está representada por aquele que será o mais popular título da sua história: A Serrana de Alfredo Keil, um singular tributo à ruralidade portuguesa.