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Rota das Catedrais
 

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Miranda: Marcador do Tempo regressa à Concatedral

O marcador do tempo, peça da primeira metade do século XVIII, está de regresso à Concatedral de Miranda do Douro, após um «rigoroso processo de restauro».
A Direcção Regional de Cultura do Norte (DRCN) divulgou um vídeo onde se pode ver um pouco do processo de montagem e a localização deste objecto, explicando que se trata de um mecanismo de «relojoaria grossa» e que este manteve as peças de origem «de ferro forjado cavilhadas», «ainda que em mau estado», até ao início do século XXI.

O restauro e remonte das peças foram executados pela Casa Cousinha, uma das mais reputadas deste tipo de relojoaria a nível europeu. As peças foram restauradas e foi «apenas» fabricada de novo a peça central sujeita a maior desgaste, denominada de «escape».
«Este mecanismo era animado por sistema de pêndulo e corda para um dia e dotado de um único ponteiro, marcava os quartos de hora. Provavelmente de origem espanhola a sua encomenda foi coetânea dos melhoramentos e reformas levados a cabo, no período joanino, por todo o país».
Segundo a informação também divulgada na página da instituição, há notícias de existirem «mecanismos idênticos» que desapareceram ou foram substituídos por «aparelhos modernos» e o marcador do tempo da antiga Sé de Miranda «será, talvez», o exemplar mais autêntico e (agora) melhor conservado deste género de «relógios arcaicos» que chegaram à actualidade.
Devido ao seu valor patrimonial a sua mostra vai ser integrada no circuito de visita ao conjunto catedralício estando em curso «a beneficiação e a valorização» da visita pública enquadrada no projecto Rota das Catedrais.

 

 

Fontes: DRCN / Agência Ecclesia / Rádio Renascença