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Evolução histórico-artística
 
Evolução Histórico - Artística
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Igreja construída ao longo do séc. XV, em estilo gótico tardio, destinava-se a servir a população urbana separada da antiga igreja rural pelas muralhas tre e quatrocentistas. Pretendeu rivalizar com as sés, quer na invocação (Santa Maria Maior), quer no aparato: por isso apresenta uma fachada em H, com pórtico flanqueado por duas torres maciças. Para a construção D. João I concedeu à vila as rendas dos órfãos e outras de cobrança régia. Mas a construção arrastou-se, tendo sido necessário um auxílio pontual de D. Afonso V para a construção da torre sul. O bispo de Ceuta D. Justo Baldino erigiu-lhe uma colegiada em 1483. Pelo seu lugar central intra-muros e qualidade da construção, cedo acolheu capelas mortuárias e devocionais: a primeira foi a dos Mareantes, logo seguida pela dos clérigos de S. Pedro, ficando o edifício com planta em forma de cruz. Depois outras famílias fidalgas aqui construíram as suas capelas, adossadas às paredes: Fagundes, Brandões, Rochas, Melo Alvim, Porto Pedroso, Regos, Caminhas. A demolição da torre de menagem permitiu aprofundar a capela-mor. Devia ser uma igreja de notável recheio, quando foi consumida por um incêndio em 1656, do qual pouco restou. Depois dele refez-se a sacristia, a capela do Santíssimo, o retábulo da Capela dos Mareantes e não sabemos que mais, porque novo incêndio consumiu o recheio desta igreja em 1806. De então até hoje o templo tem sido cuidadosamente mantido e até o seu recheio renovado.